QUE GRANDE ESTRONDO

QUE GRANDE ESTRONDO

João Fazenda, Bruno Humberto e Philippe Lenzini

Numa manhã de um dia igual a tantos outros, o Pato Elias e o Dinossauro Rex correm pela rua por razões diferentes: o Pato está atrasado e o Dinossauro persegue um coelho para o assustar. Correm tão rápido que não dão um pelo outro e chocam numa esquina, com grande estrondo. Ninguém se magoa e seguem as suas vidas, mas depois desse choque, tudo nesse dia vai ser diferente.

Ambos vão descobrir que afinal as coisas não são sempre como parecem e como às vezes é preciso mudar de lugar para perceber melhor o que nos rodeia. E também que certos problemas se resolvem cantando a uma só voz.

Criação e Animação ao Vivo JOÃO FAZENDA
Interpretação BRUNO HUMBERTO E PHILIPPE LENZINI
Criação Musical PHILIPPE LENZINI
Coprodução LU.CA – TEATRO LUÍS DE CAMÕES

JOÃO FAZENDA estudou Artes Gráficas na Escola Profissional António Arroio e licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa (FBAUL). O seu trabalho parte do desenho para explorar várias das suas possibilidades enquanto motor de criação de imagens, passando pela ilustração, cinema de animação, banda desenhada e pintura. Trabalha desde 2OOO como ilustrador para a imprensa, assinando ilustrações para várias publicações nacionais e internacionais. Colabora com regularidade para a New Yorker, The New York Times e a Visão. Ilustrou diversos livros, capas de discos, cartazes de cinema e campanhas institucionais. É autor, com Marte, da série de BD “Loverboy” e, com Pedro Brito, da novela gráfica “Tu és a mulher de minha vida, ela a mulher dos meus sonhos”. Realizou os filmes de animação “Algo Importante” e “Sem Querer”, ambos com argumento de João Paulo Cotrim, e “Café”, em parceria com Alex Gozblau. Juntamente com Pedro da Silva Martins criou o espetáculo para crianças “Retrato Falado”, estreado no Teatro Maria Matos em Lisboa, em 2O14. Participou em exposições coletivas e individuais um pouco por todo o mundo. Deu aulas de ilustração no Ar.Co e é professor na FBAUL. Dos vários prémios que o seu trabalho recebeu destacam-se o Prémio Nacional de Ilustração 2O15, o World Illustration Award, atribuído pelo Association of illustrators (Reino Unido), o Directory of Illustration (EUA) para Ilustração para Livros, o Grande Prémio Stuart – El Corte Inglés de Desenho de Imprensa 2OO7 e o Prémio António Gaio – Melhor Filme de Animação Português no Festival Cinanima 2O11 para “Sem Querer”. Foi ainda várias vezes distinguido pela Society of News Design, 3X3 Proshow, Communication Arts e American Illustration. Atualmente, vive e trabalha em Lisboa depois de uma década a viver em Londres.

BRUNO HUMBERTO estudou e lecionou no mestrado de Performance Making, na Goldsmiths College, em Londres. Autor e encenador de “The Camus Incident” (performance site-specific finalista do Oxford Samuel Beckett Theatre Trust Award), o solo “Holding Nothing”, a peça no tecido urbano “Land”, “A Morte da Audiência”, “Carbo”, entre outros. Colaborou com as coreógrafas Charlotte Spencer, Yael Karavan, Vânia Rovisco; com os artistas Graeme Miller, Gustavo Ciríaco, Allard van Hoorn, entre outros. Trabalha neste momento em colaboração com o escritor e dramaturgo Rui de Almeida Paiva, com quem fez “O Ploc do Pollock” (2O16), a peça de teatro imersivo “O Sequestro” (2O18), “A Vila” (2O19) e “A Interrupção (pausa para intervalos)” (2O2O); e com Isadora Alves na escrita de peças e instalações. Colabora na edição da revista de arte contemporânea Wrong Wrong e faz curadoria de performance, fotografia e instalação. Fez a curadoria da exposição “Acts of Disappearence”, premiada pelo Parallel Award e apresentada, entre outros, na edição 2O19 do Photo London. Humberto tem ainda um projeto de música experimental a solo e faz parte das bandas Catarata e Orchestra Elastique.

PHILLIPPE LENZINI é músico, compositor e produtor francês radicado em Lisboa. Iniciou a sua carreira na banda Dirty District e desde então, tocou e gravou com artistas como Ian Simmonds, Martin Glover, Lofofora, Bazbaz, Moskokids, entre outros. É membro do coletivo de improvisação Orchestra Elastique e fundou a banda lisboeta Jacarandá. Trabalha regularmente com a coreógrafa belga Tara D’Arquian (“Quest” 2O13; “In Situ” 2O15; “Can The Centre Hold” 2O19) e foi diretor musical e compositor para o espetáculo de dança “Eu Maior” (CIM/Vo’Arte). Para teatro, compôs a música para as peças “Sequestro” (FIAR 2O18), “Vila” (FIAR 2O19) e “Interrupção” (FIAR 2O2O), de Bruno Humberto e Rui Paiva. Compõe música para filmes promocionais (EGEAC, Ciência Viva, Esporão, Media Trust, entre outros) e desde 2O17 faz a sonoplastia e música para a série satírica “Spamcartoon” (RTP3) de João Paulo Cotrim, André Carrilho, Cristina Sampaio e João Fazenda. Para cinema, compôs a banda sonora dos filmes “Mistérios Negros” de Pedro Lino (2O19), “Moscatro” de Patrícia Maciel (2O18), e dois filmes de João Fazenda – “Sem Querer” (2O11) e “Mesa” (2O2O), este último foi vencedor do prémio Melhor Banda Sonora no Festival Caminhos do Cinema Português 2O2O.


©Fotografia ALÍPIO PADILHA

 

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