Hamster Clown

HAMSTER CLOWN

de Ricardo Neves-Neves e Rui Paixão

Hamster Clown é uma criação de Ricardo Neves-Neves, diretor artístico do Teatro do Eléctrico, e Rui Paixão, performer e clown português com assinalável percurso nacional e internacional. O espetáculo, sobre um Hamster preso numa gaiola e que sonha com a sua libertação, será o primeiro espetáculo do Teatro do Eléctrico sem texto, aliado à linguagem do Clown e do Novo Circo.

Encenação RICARDO NEVES-NEVES
Interpretação RUI PAIXÃO
Cenário JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
Caracterização e Adereços CRISTÓVÃO NETO
Figurinos RAFAELA MAPRIL
Desenho de Luz JOSÉ ÁLVARO CORREIA
Sonoplastia SÉRGIO DELGADO
Direção Técnica TdE CLÁUDIA RODRIGUES
Art Designer JOSÉ PINHEIRO @o_pinheirojose
Produção e Comunicação MAFALDA SIMÕES
Produção Culturproject NUNO PRATAS
Parceiros BILLYBOOM, CONVENTO INN AND ARTIST RESIDENCIES – CONVENTO.PT, FRESCOS PRODUÇÕES, MAKE IT HAPPEN, PECOSITA-PEPITO
Coprodução SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL, CINETEATRO LOULETANO, THEATRO CIRCO DE BRAGA, CENTRO DE ARTE DE OVAR, 23 MILHAS, CULTURPROJECT, CENTRO CULTURAL MALAPOSTA E TEATRO DO ELÉCTRICO

Ricardo Neves-Neves é licenciado em Teatro-Atores pela Escola Superior de Teatro e Cinema e Especialista em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras de Lisboa. Participou no Obrador d’Estíu-Dramaturgia (Barcelona), orientado por Simon Stephens. É diretor artístico do Teatro do Eléctrico, onde escreve e encena. Encenou também obras de Lewis Carroll, Edward Albee, Karl Valentin, Copi, Ana Lázaro, Spiro Scimone, Martin Crimp, J. J. Rousseau, W. A. Mozart e Charles Dickens. Peças suas foram encenadas por Mónica Garnel, Sandra Faleiro, Ana Lázaro, Paula Sousa e João André. Autor e coencenador de “Floating Island” com Cheng-Ting Chen e Yi-Ting Hung, uma coprodução Théâtre de la Ville (Paris, França) e Taipei Arts Festival (Taipei, Taiwan). Lecionou a cadeira de Interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema e na ACT – Escola de Actores. Colaborou ainda com Teatro Nacional de São Carlos, Artistas Unidos, Teatro da Terra, Primeiros Sintomas, Temporada Darcos, Força de Produção, Teatro da Trindade, Teatroesfera, Teatro Meridional, Centro de Estudos de Teatro, Casa Conveniente, Teatro dos Aloés, Comédias do Minho, Revista Gerador, Cassefaz, Teatro O Bando e Procur.Arte. Tem peças publicadas nas seguintes editoras: Cotovia/Artistas Unidos, Teatro Nacional D. Maria II/Bicho do Mato, Companhia das Ilhas e Teatro da Terra. Tem peças traduzidas para inglês, francês, catalão e chinês.

Rui Paixão desenvolve um trabalho de investigação e exploração de novas possibilidades para a linguagem do clown contemporâneo e do teatro físico com o foco na criação artística para o espaço público. Iniciou o seu percurso artístico como criador independente no ano de 2015, onde foi considerado pelo Imaginarius a revelação das Artes de Rua em Portugal e venceu o prémio OFF CIRCADA em Sevilha como artista de circo emergente. Chega a 2018 com 4 anos de digressão onde divulgou o seu trabalho por países como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Holanda, Escócia, Suécia, Polónia e Brasil. Em 2019 juntou-se ao Cirque du Soleil numa nova criação em Hangzhou na China, tornando-se no primeiro português a integrar a companhia como criador original (janeiro de 2019 a fevereiro de 2020). 

Fundado em 2008, o Teatro do Eléctrico é composto por profissionais do espetáculo (Teatro e Música). É uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes. Apresentou os seguintes espetáculos: “O Regresso de Natasha”, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2008); “Manual”, texto de Patrícia Andrade e Ricardo Neves-Neves, encenação de Ricardo Neves-Neves (2008); “Black Vox”, textos e encenação de Ana Lázaro, Patrícia Andrade e Ricardo Neves-Neves (2009); “A Porta Fechou-se e a Casa Era Pequena”, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2010); “A Festa”, texto de Spiro Scimone, encenação de Ricardo Neves-Neves (2011); “Fantoches Gigantes”, texto de Ricardo Neves-Neves, encenação de Paula Sousa (2011); “O Solene Resgate”, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2012); “Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo”, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2012); “Menos Emergências”, de Martin Crimp, encenação de Ricardo Neves-Neves (2014); “Sebastião & Sebastiana”, música de W. A. Mozart, encenação de Ricardo Neves-Neves (2015); “A Batalha de Não Sei Quê”, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2015); “Ciclo de Leituras Eléctricas”, de Denis Lachaud, Copi e Vitoriano Braga, encenação de Ricardo Neves-Neves (2015); “Mãe com Açúcar”, texto e encenação de Rita Cruz (2015); “A Noite da Dona Luciana”, de Copi, encenação de Ricardo Neves-Neves (2016); “A Preceptora”, teatro televisivo, uma criação de Ricardo Neves-Neves (2016); “Encontrar o Sol”, de Edward Albee, encenação Ricardo Neves-Neves (2017); “A Freguesia”, uma criação de Ricardo Neves-Neves (2017); “Karl Valentin Kabarett”, de Karl Valentin, encenação de Ricardo Neves-Neves (2017); “Banda Sonora”, uma criação de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo (2018); “Catamarã”, uma criação de Ana Lázaro e Ricardo Neves-Neves (2018); “Alice no País das Maravilhas”, a partir de Lewis Carrol, encenação de Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves (2018); “A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, por Edward Luiz Ayres d’Abreu, Ricardo Neves-Neves e Martim Sousa Tavares (2019);  “Soberana”, uma criação de Ana Lázaro e Ricardo Neves-Neves (2019); “Dito por não Dito”, uma criação de José Leite, Rafael Gomes e Ricardo Neves (2019); “A Reconquista de Olivenza”, uma criação de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo (2020). Publicações: “A Porta Fechou-se e a Casa Era Pequena” (Companhia das Ilhas, 2013); “Entraria nesta sala…” (TNDM II, 2015); “Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças” (Artistas Unidos/Cotovia, 2014); “A Batalha de Não sei Quê e outros textos” de Ricardo Neves-Neves (Artistas Unidos/Cotovia, 2017). “A Freguesia”, (C. M. de Loulé, 2017); “Soberana” de Ana Lázaro (C. M. de Loulé, 2019); “Banda Sonora/ The Swimming Pool Party”, de Ricardo Neves-Neves (Artistas Unidos/Cotovia, 2020). 

©Fotografia JOSÉ CRUZ

TEATRO

2021 | OUT 15 a 17

SEX E SÁB – 21H30
DOM – 16H30

AUDITÓRIO

12€ | DESCONTOS APLICÁVEIS 

60 MINUTOS

M/14

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