Um Piano Afinado pelo Cinema

Um Piano Afinado pelo Cinema

com Filipe Raposo

Filipe Raposo já acompanhou ao piano mais de 150 filmes da época do cinema mudo, criando verdadeiras bandas sonoras que se tornam intrínsecas aos objetos fílmicos. Neste espetáculo, Filipe Raposo apresenta excertos de filmes mudos de Irmãos Lumière, Lotte Reiniger, Charles Chaplin, Fritz Lang, Buster Keaton e Georges Méliès, comentando-os e acompanhando-os ao piano – títulos indispensáveis da história do cinema, assim como os seus realizadores e personagens. Na tela de Um Piano Afinado pelo Cinema, passam excertos de “Curtas dos Irmãos Lumiére” (1895), “As Aventuras do Príncipe Achmed” (1926); “O Circo” (1928); “Metropolis” (1927); “Tempos Modernos” (1936); “O Marinheiro de Água Doce” (1928) e “Viagem à Lua” (1902).

Piano e Composição FILIPE RAPOSO
Produção ALZIRA AROUCA

FILIPE RAPOSO
Filipe Raposo nasceu em Lisboa em 1979. É pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Rita Maria, Maria João. Desde 2004 tem colaborado com a Cinemateca Portuguesa como pianista, para a qual gravou a banda sonora para as edições em DVD de dois filmes do Cinema Mudo português: em 2017 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, e em 2018 “O Táxi no 9297” de Reinaldo Ferreira. Filipe Raposo compõe habitualmente bandas sonoras para cinema e teatro. Em parceria com artista visual António Jorge Gonçalves tem desenvolvido uma investigação artística sobre o nascimento da arte.
Em nome próprio já editou os discos: “First Falls” (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália —considerado também um dos 13 melhores discos do jazz português pela revista TimeOut Lisboa; “A Hundred Silent Ways” (2013); “Inquiétude” (2015); “Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo” (2018); “Øcre” (2019).

«[O] respeito absoluto pelos filmes leva-o a ter sempre presente o cuidado de não tornar a sua participação redundante.
(…)
…olhar arguto capaz de estabelecer nexos entre as duas artes e de destrinçar sugestões narrativas cirurgicamente colocadas por cineastas na utilização da música.»

Gonçalo Frota in Público

MÚSICA - CINEMA

NOV 28

SÁB – 16H00

AUDITÓRIO

8€ [ADULTO] 6€ [CRIANÇA] | DESCONTOS APLICÁVEIS

75 MINUTOS 

M/3

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