Patifes_mar2022

PATIFES

O ponto de partida para esta banda foi o Music Hall do Sec.XIX nas tabernas de Londres, onde músicos e atores contavam histórias acidentadas e canalhas. Reinventamos esse tempo, no nosso tempo, também ele acidentado, com as tabernas tantas vezes fechadas e onde o rosto humano está do avesso e só tem os dois olhos para mostrar.

Voz e eletrónica TERESA SOBRAL 
Guitarra Elétrica SIMÃO BÁRCIA E MIGUEL FEVEREIRO
Contrabaixo e Baixo Elétrico HERNÂNI FAUSTINO
Bateria e eletrónica MIGUEL SOBRAL CURADO
Textos GONÇALO M. TAVARES
Figurinos AFONSO PEIXOTO
Apoios GDA
Agradecimentos ANTÓNIO RUI RIBEIRO, ANDRÉ E.TEODÓSIO E TEATRO PRAGA, ANA SARAMAGO E ATELIER HARDCORE FOFO, ANA FREITAS, PATRÍCIA MAIO, MARCO FERNANDES e TEATRO DA VOZ

Teresa Sobral Em 1985 largou a Academia dos Amadores de Música e o curso de Filosofia na FLUL para integrar o elenco de “Mãe Coragem” de B. Brecht, enc. João Lourenço no TNDM II. A partir daí iniciou o seu caminho pelas artes do espetáculo. Até agora, como atriz, já fez 69 espetáculos de teatro, tendo já trabalhado com dezenas de encenadores. Apesar de ser artista independente, trabalhou nas companhias do Teatro Aberto (1985/89); do (extinto)Teatro da Graça (1989/94); do Teatro Meridional (1998); dos Artistas Unidos (2002/05); e entre do Teatro da Cornucópia (2005/07). Em 2008 Formou a Associação Cultural Qatrelcolectivo e dá início ao seu trabalho na direção artística e encenação, em paralelo com o seu trabalho como atriz. Até hoje criou e encenou 24 espetáculos, destacando: “Estamos aqui porque não podemos voltar” – Teatro São Luiz, textos de Miguel Castro Caldas, música de Paulo Curado e Teresa Sobral; “Desportivo da Sucata” de Jaime Rocha – Teatro Nacional D. Maria II; “Absurdos Contemporâneos” de Abel Neves, An-Carl-Go, Carlota Gonçalves, Hélia Correia, Jacinto Lucas Pires, João Saboga, Miguel Castro Caldas, Ondjaki e Virgílio Almeida – Teatro da Trindade; “Bom dia Benjamim” – musical de Nuno Artur Silva, Miguel Viterbo e Rui Martins e música de José Peixoto, Paulo Curado, José Salgueiro e João Paulo Esteves da Silva e arranjos de José Mário Branco – Centro Cultural de Belém; “Laboratório Lugar da Desordem”, espetáculos “clandestinos” improvisados, criação com a Granular – 4 espetáculos de janeiro a maio de 2015;  “Trocava a minha Fama por uma Caneca de Cerveja”, coautoria com Rui Neto – Teatro São Luiz; “Conversas Ouvidas por Mero Acaso numa Estação de Comboios” – 5 peças de Luis Cano – Teatro São Luiz, inserido no Ano Ibero Americano 2017; “Vozes do Bairro” de Gonçalo M. Tavares – Teatro da Trindade em 2018: 5 espetáculos com música e sonoplastia executada ao vivo; “Odisseia”, com texto de Homero, tradução de Frederico Lourenço, concerto de spoken word e eletrónica – Teatro da Trindade, em abril de 2018. Dá aulas de teatro desde 2000, tendo trabalhado já em várias escolas e instituições. Atualmente é professora de interpretação na Escola Profissional de Teatro de Cascais e faz parte do projeto Presente do Teatro Nacional D. Maria II, dando aulas em duas escolas do ensino básico em Lisboa. Criou e dirige o grupo de teatro inclusivo Teatro Sobre Rodas no Hospital de Alcoitão. 

©Fotografia VITORINO CORAGEM

CRUZAMENTOS
[MÚSICA.PALAVRA]

2O22 | MAR 22
SÁB – 21HOO

2O22 | ABR 08
SEX – 21HOO

AUDITÓRIO

1O€ [PREÇO ÚNICO]

60 MINUTOS 

POST FANCY EXPERIMENTAL MUSIC TALES

M/6

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