33 Marco Campaniça

33

de Marco Campaniça

Marco Vieira, no dia do seu décimo segundo aniversário, recebeu uma prenda, que mudaria o rumo da sua vida, uma “Viola”, há muito esperada. Desde então começou a colecionar instrumentos musicais, em especial instrumentos de corda. Para celebrar os 33 anos dedicados à música, Marco Vieira expõe 33 instrumentos da sua coleção pessoal: 7 Violas Tradicionais, 7 Cavaquinhos, 3 Guitarras, 3 Baixos, 2 Bandolins, 1 Bandola, 5 Campaniças, 2 Guitarras Portuguesas, 1 Geyerleier, 1 Guitarra Alaúde, 1 Bateria

Marco Vieira, também conhecido como Marco Campaniça, é natural de Oeiras, cresceu em Macau e vive atualmente entre Lisboa e o Alentejo. Músico profissional desde 1996, fez da música palco de vida, e da viola baixo a sua predileta forma de a expressar. Fez parte de diversificados projetos musicais, entre os quais: Pólo Norte, Mariária, WoodStone, The Same Ol ‘Blues, Mina d’Água, 1-Uik Project, Komodo Wagon, Eletro Cordel, tendo gravado diversos trabalhos discográficos. Ao longo do seu percurso somou algumas distinções, entre as quais: Em 1999, com os WoodStone, no Festival Prémios Maquete 98 do Porto a banda é distinguida com o prémio A Hora do Lobo, atribuído por António Sérgio, e é considerada a melhor banda de Rock, no ano seguinte, no mesmo festival. Em 2001, como os The Same Ol ‘Blues ganha o Prémio Rui Veloso, no Gaia Blues Festival e em 2006, com os Pólo Norte, o prémio melhor concerto ao vivo, da Central FM. Nos anos de 2008 e 2009, enquanto membro dos Mariária, a banda ganha o “Prémio SPA/Antena 1” e o 2º lugar no concurso “International Songwriting Competition”, na categoria de world music. A paixão pela música alentejana desperta no ano 2000, após uma atuação com os WoodStone no Festival Sudoeste, na Zambujeira do Mar, num encontro inesperado, estonteante e inesquecível com a viola campaniça. Inspirado pela mesma, e motivado na sua perpetuação, em 2013 cria a Escola de Música Tradicional Alentejana, onde exerce funções de diretor e professor, tendo a mesma sido percursora dos projetos Os Açordas, Os Cavaquinhos do Mira, Campaniça do Mira e Sons do Mira, envolvendo assim os alunos na disseminação deste precioso património cultural. Com uma perspetiva renovada sobre a música tradicional, vê na recuperação da Viola Campaniça, instrumento típico do Baixo Alentejo, uma oportunidade para aliar a tradição à contemporaneidade! Criativo e inovador, Marco Vieira lança um novo olhar sobre a música tradicional.

EXPOSIÇÃO

2021 | SET 3O a OUT 24

TER a SÁB – 14H3O às 18H3O

FOYER

ENTRADA LIVRE

M/3

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