UM PIANO AFINADO PELO CINEMA

UM PIANO AFINADO PELO CINEMA

Filipe Raposo

Cine-concerto comentado, dirigido ao público escolar e/ou familiar. Este programa é composto por excertos de filmes, que vão sendo apresentados e comentados pelo pianista.

Filipe Raposo já acompanhou ao piano mais de 15O filmes da época do cinema mudo, criando verdadeiras bandas sonoras que se tornam intrínsecas aos objetos fílmicos. Neste espetáculo, Filipe Raposo apresenta excertos de filmes mudos de Irmãos Lumière, Lotte Reiniger, Fritz Lang, Buster Keaton e Georges Méliès, comentando-os e acompanhando-os ao piano – títulos indispensáveis da história do cinema, assim como os seus realizadores e personagens.

Na tela de “Um Piano Afinado pelo Cinema”, passam excertos de “Curtas dos Irmãos Lumiére” [1895], “As Aventuras do Príncipe Achmed” [1926], “Metropolis” [1928], “O Marinheiro de Água Doce” [1928], “O Espantalho” [192O] e “Viagem à Lua” [19O2].

Piano e Composição FILIPE RAPOSO
Produção JOANA FERREIRA / AINDA NÃO TEM NOME AC

FILIPE RAPOSO nasceu em Lisboa. É pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborações em concertos e em discos com alguns dos principais nomes da música portuguesa. Para além da música colabora regularmente como compositor e intérprete em Cinema e Teatro. Em 2O22 escreveu a ópera “As Cortes de Júpiter” de Gil Vicente com encenação de Ricardo Neves-Neves. Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias, apresentando-se a solo em festivais internacionais de Jazz. Desde 2OO4 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente no acompanhamento de filmes mudos. A convite da Cinemateca Portuguesa compôs e gravou a banda sonora para as edições em DVD de filmes portugueses do Cinema Mudo, em 2O17 foi lançado “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, tendo ganho uma Menção Honrosa no Festival Il Cinema Ritrovato em Bolonha, 2O18 “O Táxi n.º 9297” de Reinaldo Ferreira, 2O2O “Frei Bonifácio” e “Barbanegra” de Georges Pallu, 2O21 “Nazaré, Praia de Pescadores” de Leitão de Barros. Em nome próprio editou os discos “First Falls” (2O11) – Prémio artista revelação Fundação Amália; “A Hundred Silent Ways” (2O13); “Inquiétude” (2O15); “Live in Oslo” (2O18) – Rita Maria & Filipe Raposo; “ØCRE vol.1” (2O19); “The Art of Song Voll.1: When Baroque Meets Jazz” (2O2O)- Rita Maria & Filipe Raposo; “ØBSIDIANA vol.2” (2O22); “The Art of Song Voll.2: Between Sacred and Profane” (2O23) – Rita Maria & Filipe Raposo. 2O21 “Nazaré” Leitão de Barros.


©Fotografia ANTÓNIO MARINHO DA SILVA

CRUZAMENTOS
[CINEMA MÚSICA] | ESCOLAS

2O24 | JAN 3O e 31
2O24 | FEV 14 a 16

TER e QUA –  1OH3O e 14H3O | SOMENTE ESCOLAS
QUA a SEX –  1OH3O e 14H3O | SOMENTE ESCOLAS

AUDITÓRIO

75 MINUTOS

M/O6

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