INART COMMUNITY ARTS FESTIVAL

INART – COMMUNITY ARTS FESTIVAL

Vo’Arte

O InArt – Community Art Festival apresenta propostas de programação que cruzam pessoas, linguagens, experiências de várias gerações, refletindo a arte como prática comunitária enquanto movimento impulsionador de novas paisagens artísticas e humanas. O InArt destaca o trabalho de artistas que desafiam o convencional através do conteúdo e da forma. Continua a descobrir projetos artísticos baseados na diversidade das comunidades e a descobrir artistas que fazem do seu trabalho uma ponte entre mundos e pessoas, numa arte plural e participativa.

Entre os dias 19 e 23 de julho, o InArt propõe sete Oficinas: dança, teatro bilingue, vídeodança, entre outros, com língua gestual portuguesa e sistema de gesto internacional, dirigidos por artistas da Croácia, Polónia, Portugal e Itália, e três Masterclasses que refletirão sobre a presença da língua gestual nas artes performativas. Existirão ainda três sessões de Cinema e quatro espetáculos de coreógrafos, nacionais e internacionais, dois em estreia absoluta, com destaque para o resultado final do projeto europeu “Beyond Signs” e a revisitação do espetáculo “3,50×2,70” da CiM – Companhia de Dança.

O principal objetivo do InArt é promover e divulgar as artes como trabalho profissional, pedagógico e social, sensibilizando os profissionais que intervêm com pessoas com e sem deficiência, e algumas comunidades, para a importância das artes como ferramenta de combate à exclusão social.

A abertura do InArt, a 19 de julho, começa às 18hOO com a inauguração de três exposições dos fotógrafos A. Roque Barata, João Pedro Rodrigues e Zé Luís Rebel.

O InArt é um festival acessível e a programação conta com ações faladas em inglês e português, e interpretação em Língua Gestual Portuguesa e Sistema de Gesto Internacional.

 

DIA 1: JUL – 19

 

1O:3O

OFICINA | WORKSHOP VIDEODANÇA

SALA DE CINEMA

4O€ [PREÇO ÚNICO POR 2 SESSÕES] | 2 HORAS | M/16 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 15 JULHO

FORMADORES: Pedro Sena Nunes e João Coroa Justino

 

Workshop destinado a todos os interessados em vídeo e dança, motivados para desenvolver um projeto prático, enquanto criadores de vídeo. O workshop abordará questões como a perceção do espaço, o corpo e a imagem em movimento. O objetivo passa por sensibilizar o olhar dos criadores e convidá-los a decompor uma linha coreográfica pré-concebida, coreografando-a através da câmara. Cada participante poderá apurar as ferramentas criativas necessárias ao desenvolvimento de um vídeodança, com particular ênfase na estruturação de uma visão individualizada e na sua aplicação aquando do processo de filmagem. Especial atenção será dada ao papel da câmara e demais dispositivos cénicos na reconfiguração da matéria-prima coreográfica num objeto videográfico. O material vídeo resultante do workshop será trabalhado pelos instrutores e usado na criação de um vídeo final.

 

PEDRO SENA NUNES é um realizador português, produtor, fotógrafo, professor e programador cultural. Concluiu o Curso de Cinema depois de frequentar o curso de Engenharia de Máquinas. É cofundador da Companhia Teatro Meridional, na qual se responsabilizou pelo departamento de cinema e audiovisual. Entre Barcelona, Lyon, Sitges, Budapeste, Lisboa e Florença participou em cursos e workshops sobre cinema, fotografia, vídeo, teatro e escrita criativa. Realizou documentários, ficções e trabalhos experimentais em cinema e vídeo e produziu mais de 1OO spots publicitários para televisão e rádio. Foi bolseiro de várias instituições – Fundação Calouste Gulbenkian, Universidade de Ciências de Lisboa, Pépenières, Visions – Documentary European Course. Foi convidado para participar em conferências nacionais e internacionais. Foi júri em concursos e festivais de Fotografia, Teatro, Design, Dança e Cinema, com destaque para o Instituto Cinema e Audiovisual (ICA). Foi também cofundador da Avanti.pt Associação de Cinema e Audiovisual e da Apordoc – Associação pelo Documentário. É membro da Associação Portuguesa de Realizadores, codiretor artístico da Associação Vo’Arte e consultor de outras associações e projetos artísticos e educativos. Nos últimos 24 anos tem-se dedicado simultaneamente à área da pedagogia, criando e dirigindo laboratórios dedicados à criação e experimentação, tanto documental quanto ficcional. Foi professor convidado na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESCT), Forum Dança (dança), Instituto Piaget, Ana Wilson Escola, Glasgow Film and Video Workshop (GFVW), Centro Em Movimento (C.E.M.) e é coordenador pedagógico da ETIC (Escola de Tecnologias, Criação e Inovação). Consultor na reforma do ensino artístico do Ministério da Educação. É investigador do CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias e doutorando em artes performativas e imagens em movimento na Universidade de Lisboa (UL).

 

JOÃO COROA JUSTINO nasceu em 1986, em Lisboa, Portugal, e cultivou desde cedo um gosto decisivo pelo cinema, algo que sempre procurou seguir profissionalmente. Licenciou-se em Cinema na Universidade Moderna e investiu, ao longo dos anos, numa educação autorregulada, entre Lisboa e Londres, centrada na aprendizagem de línguas e de artes complementares à sua experiência cinematográfica. Por cá, participou num Curso de Antropologia Visual ministrado por Catarina Alves Costa, na Universidade Nova e completou um HND em Cinema na ETIC, com Distinção. Escreveu e realizou, sem qualquer tipo de apoio, o filme experimental Azul e Prata, que competiu em festivais nacionais (IndieLisboa, Caminhos), como internacionais. É, desde 2O15, responsável pelas secções de vídeo e pós-produção da Associação Cultural Vo’Arte, onde trabalha com o realizador Pedro Sena Nunes e a coreógrafa Ana Rita Barata, com quem colabora nas mais variadas iniciativas. Faz um pouco de tudo a nível independente no universo do cinema, desde a criação de vídeos (mais recentemente na documentação de processos artísticos teatrais e na realização de videoclipes), ao trabalho de som, pós-produção de imagem e ainda à legendagem/tradução – mas a sua dedicação é sobretudo ao nível da montagem, onde trabalha com os realizadores Pedro Sena Nunes e José Vieira Mendes. De entre os projetos mais relevantes em que participou enquanto montador, estão um conjunto de curtas-metragens para o realizador Pedro Sena Nunes; o documentário “Quatro Estações e Outono”, inspirado na obra de Jorge Listopad; o projeto Geração Soma, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian; e a montagem do filme “Concentrados Alemães na Ilha Terceira”, apoiado pelo ICA.

 

15:OO

OFICINA | MASTERCLASS ENCONTROS & CRUZAMENTOS

SALA DE CINEMA

5€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | M/O6 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 19 JULHO

FORMADORES:

 

18:OO

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO BARATA, JOÃO PEDRO RODRIGUES E ZÉ LUÍS REBEL

FOYER

ENTRADA LIVRE | M/O3

 

19:OO

MÚSICA | MÃOS QUE CANTAM

CAFÉ-TEATRO

ENTRADA LIVRE | 15 MINUTOS | M/O6

 

DIA 2: JUL – 2O

 

1O:3O

OFICINA | WORKSHOP VIDEODANÇA

SALA DE CINEMA

4O€ [PREÇO ÚNICO POR 2 SESSÕES] | 2 HORAS | M/16 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 15 JULHO

FORMADORES: Pedro Sena Nunes e João Coroa Justino

 

Workshop destinado a todos os interessados em vídeo e dança, motivados para desenvolver um projeto prático, enquanto criadores de vídeo. O workshop abordará questões como a perceção do espaço, o corpo e a imagem em movimento. O objetivo passa por sensibilizar o olhar dos criadores e convidá-los a decompor uma linha coreográfica pré-concebida, coreografando-a através da câmara. Cada participante poderá apurar as ferramentas criativas necessárias ao desenvolvimento de um vídeodança, com particular ênfase na estruturação de uma visão individualizada e na sua aplicação aquando do processo de filmagem. Especial atenção será dada ao papel da câmara e demais dispositivos cénicos na reconfiguração da matéria-prima coreográfica num objeto videográfico. O material vídeo resultante do workshop será trabalhado pelos instrutores e usado na criação de um vídeo final.

 

PEDRO SENA NUNES é um realizador português, produtor, fotógrafo, professor e programador cultural. Concluiu o Curso de Cinema depois de frequentar o curso de Engenharia de Máquinas. É cofundador da Companhia Teatro Meridional, na qual se responsabilizou pelo departamento de cinema e audiovisual. Entre Barcelona, Lyon, Sitges, Budapeste, Lisboa e Florença participou em cursos e workshops sobre cinema, fotografia, vídeo, teatro e escrita criativa. Realizou documentários, ficções e trabalhos experimentais em cinema e vídeo e produziu mais de 1OO spots publicitários para televisão e rádio. Foi bolseiro de várias instituições – Fundação Calouste Gulbenkian, Universidade de Ciências de Lisboa, Pépenières, Visions – Documentary European Course. Foi convidado para participar em conferências nacionais e internacionais. Foi júri em concursos e festivais de Fotografia, Teatro, Design, Dança e Cinema, com destaque para o Instituto Cinema e Audiovisual (ICA). Foi também cofundador da Avanti.pt Associação de Cinema e Audiovisual e da Apordoc – Associação pelo Documentário. É membro da Associação Portuguesa de Realizadores, codiretor artístico da Associação Vo’Arte e consultor de outras associações e projetos artísticos e educativos. Nos últimos 24 anos tem-se dedicado simultaneamente à área da pedagogia, criando e dirigindo laboratórios dedicados à criação e experimentação, tanto documental quanto ficcional. Foi professor convidado na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESCT), Forum Dança (dança), Instituto Piaget, Ana Wilson Escola, Glasgow Film and Video Workshop (GFVW), Centro Em Movimento (C.E.M.) e é coordenador pedagógico da ETIC (Escola de Tecnologias, Criação e Inovação). Consultor na reforma do ensino artístico do Ministério da Educação. É investigador do CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias e doutorando em artes performativas e imagens em movimento na Universidade de Lisboa (UL).

 

JOÃO COROA JUSTINO nasceu em 1986, em Lisboa, Portugal, e cultivou desde cedo um gosto decisivo pelo cinema, algo que sempre procurou seguir profissionalmente. Licenciou-se em Cinema na Universidade Moderna e investiu, ao longo dos anos, numa educação autorregulada, entre Lisboa e Londres, centrada na aprendizagem de línguas e de artes complementares à sua experiência cinematográfica. Por cá, participou num Curso de Antropologia Visual ministrado por Catarina Alves Costa, na Universidade Nova e completou um HND em Cinema na ETIC, com Distinção. Escreveu e realizou, sem qualquer tipo de apoio, o filme experimental Azul e Prata, que competiu em festivais nacionais (IndieLisboa, Caminhos), como internacionais. É, desde 2O15, responsável pelas secções de vídeo e pós-produção da Associação Cultural Vo’Arte, onde trabalha com o realizador Pedro Sena Nunes e a coreógrafa Ana Rita Barata, com quem colabora nas mais variadas iniciativas. Faz um pouco de tudo a nível independente no universo do cinema, desde a criação de vídeos (mais recentemente na documentação de processos artísticos teatrais e na realização de videoclipes), ao trabalho de som, pós-produção de imagem e ainda à legendagem/tradução – mas a sua dedicação é sobretudo ao nível da montagem, onde trabalha com os realizadores Pedro Sena Nunes e José Vieira Mendes. De entre os projetos mais relevantes em que participou enquanto montador, estão um conjunto de curtas-metragens para o realizador Pedro Sena Nunes; o documentário “Quatro Estações e Outono”, inspirado na obra de Jorge Listopad; o projeto Geração Soma, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian; e a montagem do filme “Concentrados Alemães na Ilha Terceira”, apoiado pelo ICA.

 

15:OO

OFICINA | MASTERCLASS MÚSICA SURDA: UMA NOVA PERSPETIVA INTERNACIONAL

SALA DE CINEMA

5€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | M/O6 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 2O JULHO

FORMADORA: Joana Pereira

 

14:3O – 18:OO

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO BARATA, JOÃO PEDRO RODRIGUES E ZÉ LUÍS REBEL

FOYER

ENTRADA LIVRE | M/O3

 

18:OO

CINEMA | MOSTRA DE FILMES INART

SALA DE CINEMA

4€ [PREÇO ÚNICO] | VÁRIOS REALIZADORES | 2O18-2O21 | VÁRIOS PAÍSES | VÍDEODANÇA | 9O MINUTOS | M/O6

VERSÃO ORIGINAL EM INGLÊS SEM LEGENDAS

 

21:OO

CRUZAMENTOS [DANÇA.TEATRO] | ???????? [PT/IT/C]

SALA EXPERIMENTAL

1O€ [DESCONTOS APLICÁVEIS] | 9O MINUTOS | M/O6

 

DIA 3: JUL – 21

 

1O:3O

OFICINA | WORKSHOP POESIA EM LÍNGUA GESTUAL E VISUAL VERNACULAR EM PALCO

SALA EXPERIMENTAL

3O€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | M/O6 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 2O JULHO

FORMADORES: Gémeas Ouahid

 

15:OO

OFICINA | MASTERCLASS CINEMA: OUVIR AS IMAGENS, VER O SOM

SALA DE CINEMA

5€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | M/O6 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 21 JULHO

FORMADORES: Pedro Sena Nunes e Zé Luís Rebel

 

14:3O – 18:OO

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO BARATA, JOÃO PEDRO RODRIGUES E ZÉ LUÍS REBEL

FOYER

ENTRADA LIVRE | M/O3

 

18:OO

CINEMA | IMPERFECT

SALA DE CINEMA

4€ [PREÇO ÚNICO] | REGAN LINTON & BRIAN MALONE | 2O21 | E.U.A. | DOC | 78 MINUTOS | M/O6

VERSÃO ORIGINAL EM INGLÊS COM LEGENDAS EM INGLÊS

 

imperfect” é uma história de artistas que vivem e atuam com a singularidade da deficiência, tendo-lhes sido negado o seu lugar na ribalta. O documentário segue uma companhia profissional de atores com toda a natureza de deficiências – incluindo lesão medular, doença de Parkinson, paralisia cerebral, autismo, baixa visão/cego, e esclerose múltipla – ao tentarem uma versão sem precedentes do musical “Chicago”. Os atores abrem a porta dos bastidores ao espectador, dando um olhar raro e não filtrado sobre os detalhes da sua vida quotidiana, dentro e fora do teatro. O filme conta as suas histórias íntimas enquanto perseveram contra os obstáculos num mundo que os exclui. “imperfect” re-humaniza as pessoas com deficiência, e dá a todos – deficientes e não deficientes – permissão para largar as inibições e fazer a pergunta, “Imperfeito: não somos todos nós?”

 

Realização REGAN LINTON E BRIAN MALONE
Direção de Fotografia e Edição BRIAN MALONE
Produtor Executivo MIKE FORDYCE
Produtores REGAN LINTON, BRIAN MALONE E DAVID COOMBE
Com MEGAN MCGUIRE, ERIN SCHNEIDER, LEONARD BARRET JR., LAURICE QUINN, BRID BADER, AMBER MARSH, JACOB ELLEDGE, LUCY ROUCIS, PHILLIP LOMEO, ADAM JOHNSON, GRIFFIN MCCONNELL, KATHLEEN TRAYLOR, KEVIN PETTIT, KIRSTEN LANG, LINDA WIRTH, MAGGIE WHITTUM, MIRANDA IRELAND, ROBERT MICHAEL SANDERS, SAM BARRASSO, SHANNON SAUER, TOBY YOUBT, TRENTON SCHINDELE, LISA GOUGH E MARK DISSETTE

 

REGAN LINTON é atriz, realizadora, escritora e artista de teatro de Denver (Colorado) que vive com paraplegia. Regan tornou-se uma defensora reconhecida nacionalmente das práticas inclusivas nas artes, e trabalha consistentemente com o teatro nacional, o cinema e as comunidades televisivas em torno do envolvimento de artistas deficientes. Cria tanto trabalhos originais como adaptações de obras estabelecidas que são reinventadas através da lente da estética da deficiência, e atualiza narrativas obsoletas sobre seres humanos não-normativos. Os créditos de interpretação profissional incluem Arena Stage (DC), Oregon Shakespeare Festival, La Jolla Playhouse, Mixed Blood (MN), Denver Center for the Performing Arts, Pasadena Playhouse, The Apothetae (NY) e Phamaly. Os destaques da escrita incluem New Mobility Magazine, Theatre Forum, TCG Diversity Salons e Chalk Rep (LA). Regan foi recentemente distinguida com o Prémio 2O20O Denver Business Journal 4O Under 4O, o Prémio 2O17 True West para a Personalidade do Ano do Teatro do Colorado e o Prémio Triton 4O Under 4O da UC San Diego.

 

BRIAN MALONE é um contador de histórias especializado em filmes documentários e música. Os seus filmes captam a perspetiva humana íntima das questões contemporâneas mais prementes da sociedade, e esforça-se por educar, informar e entreter as audiências, ajudando-as em simultâneo, a tornarem-se mais conscientes do mundo que as rodeia. As longas-metragens documentais incluem “News Matters” (2O21), que narra o declínio do jornalismo noticioso local, e está atualmente em exibição nas estações PBS de todo o país. O trabalho de Briana Malone tem sido apresentado nacionalmente na PBS, Netflix, Hulu e outras grandes plataformas de difusão, e tem sido reconhecido pela excelência do jornalismo e das comunidades de difusão. Os prémios incluem um Prémio de Jornalismo da Columbia DuPont de 2O19 para Insight, uma revista de investigação que explora a interseção das leis sobre armas e doenças mentais, bem como dez Prémios Heartland Emmy.

 

21:OO

PERFORMANCE | POWER

Gémeas Ouahid

CAFÉ-TEATRO

6€ [PREÇO ÚNICO] | 9O MINUTOS | M/O6

 


DIA 4
: JUL – 22

 

1O:3O

OFICINA | WORKSHOP PICTIONARY – SIGNIONARY – MIMEONARY – MOVEMENTIONARY

SALA EXPERIMENTAL

3O€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | PÚBLICO-ALVO: 14 A 25 ANOS | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 15 JULHO

FORMADOR: Angel Naumoski

 

14:3O – 18:OO

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO BARATA, JOÃO PEDRO RODRIGUES E ZÉ LUÍS REBEL

FOYER

ENTRADA LIVRE | M/O3

 

15:OO

OFICINA | WORKSHOP ACTING & VOCAL

SALA EXPERIMENTAL

2O€ [PREÇO ÚNICO] | 1 HORA | M/15 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 15 JULHO

FORMADORA: Piotr Filonowicz

 

A voz humana é um instrumento muito plástico. Podemos manipular o seu som, textura, dinâmica, tom e intensidade. Para tirar o máximo partido destas possibilidades, é necessária uma consciência corporal, uma imaginação vívida e a capacidade de ouvir atentamente. Vamos ver como as ações físicas ajudam a produzir som livremente e combinaremos o movimento com a expressão vocal. O nosso objetivo é encontrar a satisfação de produzir som vocal.

 

PIOTR FILONOWICZ criou e dirige as oficinas teatrais da Academia de Artes e Cultura em Varsóvia, Polónia. É licenciado pela Academia de Teatro e pela Academia de Belas Artes. Fundador dos grupos Linha da Noite e Fabryka Destrukcja. É cocriador de improvisação livre. Presidente da Fundação para a Arte Contemporânea na Polónia. Criou e dirige oficinas vocais “Przedzalnia glosu” (“spinning-mill”) na Polónia.

 

16:OO

OFICINA | WORKSHOP LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA NOS PROCESSOS ARTÍSTICOS

SALA EXPERIMENTAL

25€ [PREÇO ÚNICO] | 1H3O | M/O6 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 22 JULHO

FORMADORES: Amílcar Furtado e Joana Sousa

 

18:OO

CINEMA | RETRATO – PROJETO LAB INDANÇA

SALA DE CINEMA

4€ [PREÇO ÚNICO] | CLARA ANDERMATT | 2O21 | PORTUGAL | DOC | 55 MINUTOS | M/O6

VERSÃO ORIGINAL EM PORTUGUÊS COM LEGENDAS EM INGLÊS

 

Uma viagem interior a partir de interrogações sobre si próprio e da exteriorização de pensamentos e emoções vindos de diferentes formas de olhar a própria imagem. Redescobrir o corpo através do gesto, do som, da pintura e da vontade, construindo paisagens imaginárias e poéticas numa dança que oscila entre a realidade, o sonho e a perceção do intérprete a projetar-se no mundo. “Retrato” é a nova criação do LaB inDança, projeto de dança inclusiva promovido pelo Município de Santa Maria da Feira e com direção artística de Clara Andermatt.

 

Direção Artística e Conceção CLARA ANDERMATT
Realização, Edição e Montagem ANTÓNIO GIL
Assistentes de Realização AILÈMA MONTEIRO E LUÍS PEDRO MADEIRA
Formadores e Assistência Artística JORGE GONÇALVES E SUSANA DE FIGUEIREDO
Interpretação ANDREA SWINNERTON, CATARINA BENTO, EUGÉNIA PIRES, EVA SILVA, ISABEL PINTO, JOANA COLAÇO, MARINO SANTOS, RAQUEL MONTEIRO, SARA BARBOSA, SARA OLIVEIRA E TÂNIA OLIVEIRA
Intérprete de Língua Gestual Portuguesa VÂNIA FERREIRA
Participação Especial GRUPO DE BOMBOS SÃO TIAGO A RUFAR, EDUARDO NEVES, ALEJANDRO ANDRADE, RICARDO CORREIA, HENRIQUE TAVARES, JOSÉ MÁRIO MARQUES, JULIANA MOTA E MARIA CARDOSO
Música Original GIL DIONÍSIO E LUÍS PEDRO MADEIRA
Sonoplastia GIL DIONÍSIO
Equipa Social ARLINDA MENDES, CONCEIÇÃO LOPES, FABIANA GAMA,MANUELA FERREIRA E SARA OLIVEIRA
Instituições Parceiras CERCIFEIRA E CERCI-LAMAS
Gestão do Projeto LISETE COSTA
Produção Executiva HELENA MENINO E PEDRO PESTANA (ACCCA COMPANHIA CLARA ANDERMATT)
Lab inDança PROJETO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DA FEIRA
Apoio 3ª EDIÇÃO DA INICIATIVA PARTIS (PRÁTICAS ARTÍSTICAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL) DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

 

CLARA ANDERMATT iniciou os estudos de dança com a mãe, Luna Andermatt, e graduou-se pelo London Studio Centre e pela Royal Academy of Dance, em Londres. Integrou, entre 1984-1988 a Companhia de Dança de Lisboa, dirigida por Rui Horta, e entre 1989-1991 a Companhia Metros, de Ramón Oller, Barcelona. Em 1991 estabelece-se em Portugal e cria a sua Companhia, tendo coreografado até à data cerca de 6O obras.

 

21:OO

CRUZAMENTOS [DANÇA.TEATRO] | 3,5OX2,7O

CIM – COMPANHIA DE DANÇA

AUDITÓRIO

1O€ [DESCONTOS APLICÁVEIS] | 6O MINUTOS | M/O6

 

3,5Ox2,7O [três e meio dois setenta] é uma medida, talvez uma coordenada de espaço, de linhas, muros ou fronteiras, onde homens e mulheres confrontam os seus medos num jogo de palavras, mas sem palavras. Estes homens e mulheres multiplicados são apenas dois e, entre movimentos e sons, viajam em sonhos onde o que os separa não é nada mais do que eles próprios. Este é o campo de batalha de uma guerra de sentimentos contraditórios, de confrontos com a realidade vivida e sonhada, onde protegem um espaço que, afinal a quem pertence? O que os mantém aqui é exatamente a vontade de comunicar, de se ouvirem e de matar isto que os separa. “3,50×2,70 [três e meio dois setenta]” procura questionar o espaço do outro, as fronteiras, de dentro para fora, de fora para dentro, numa procura de uma linguagem comum onde o silêncio, as palavras e os gestos não são de ninguém.

 

3,5Ox2,7O [três e meio dois setenta]” é uma criação de Ana Rita Barata e Bruno Rodrigues / CiM – Companhia de Dança, interpretada por seis atores surdos e ouvintes. Esta peça é uma obra adaptada do original de Eero Enqvist, “Kukunor ja Unikuu” (título original em finlandês, adaptado para inglês como “Guardians of Dreams”), no âmbito do projeto europeu Sign and Sound Theatre (Programa Europa Criativa – Comissão Europeia). Este projeto tem como objetivo principal promover o Teatro Surdo a nível europeu e, em particular, o método pioneiro de Teatro Bilingue Inclusivo (IBT – Innovative Bilingual Theatre). Este método explora novas formas de criar arte inclusiva, para um público inclusivo, permitindo aos artistas e aos espectadores, surdos e ouvintes, usufruir de igual forma e em simultâneo da experiência artística. Sign and Sound Theatre Europe (2O17-2O19) é constituído por um grupo de 9 parceiros de 6 países europeus – Bélgica, Bulgária, Croácia, Finlândia, Portugal e Reino Unido.

 

Coprodução VO’ARTE E CIM – COMPANHIA DE DANÇA
Direção Artística ANA RITA BARATA, PEDRO SENA NUNES
Criação e Conceção ANA RITA BARATA E BRUNO RODRIGUES
Interpretação ARMANDO LUÍS, LUCÍLIA RAIMUNDO, MARTA SALES, SARA MONTALVÃO, TONY WEAVER, IVAN FLORES
Consultoria e Coordenação Língua Gestual Portuguesa (LGP) JOANA SOUSA
Intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) MIGUEL RALHA
Figurinos MAFALDA ESTÁCIO
Desenho de Luz CLÁUDIA RODRIGUES
Adaptação do Desenho de Luz SÉRGIO JOAQUIM E CLÁUDIO BOTICA MARTO
Operação de Luz CLÁUDIO BOTICA MARTO
Fotografia JOÃO PEDRO RODRIGUES
Pós-produção Vídeo JOÃO DIAS
Comunicação INÊS BAPTISTA E FRANCISCA MIGUÉIS
Direção Executiva CiM ANTÓNIO BARATA
Coordenação Executiva CiM CÉLIA CARMONA
Produção Vo’Arte INÊS BAPTISTA E JOANA GOMES
Apoio à Produção FRANCISCA MIGUÉIS

 

ANA RITA BARATA nasceu em Paris em 1972. Estudou no Conservatório de Dança de Lisboa e no European Dance Development Centre, em Arnhem, Holanda. Enquanto intérprete, trabalhou com diversos coreógrafos como Wim Vandekeybus, Steve Paxton, Samuel Louwick, Carolyn Carlson, João Fiadeiro e Joana Providência. Desde 1994, como coreógrafa e diretora artística da Vo’Arte, desenvolve vários projetos transdisciplinares com Pedro Sena Nunes junto de diversas comunidades. Programa desde 2O1O o InArt – Community Arts Festival, iniciativa inédita em Portugal, com diversas propostas artísticas que revelam o potencial agregador e inclusivo da arte. Participou como comissária de Dança do Projeto “Saúde Mental e Arte”, do Programa Nacional para a Saúde Mental, da Direção-Geral da Saúde. É cofundadora e diretora artística da CIM – Companhia de Dança desde 2007. Dirige o projeto “Geração Soma” no âmbito do programa PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social, cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian – Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano. Frequentou o mestrado de Comunicação Acessível do Instituto Politécnico de Leiria.

 

CiM – Companhia de Dança foi criada em 2OO7, tem vindo a promover uma abordagem pioneira da criação artística face à inclusão, através da dança e da imagem. A CiM procura a diversidade de caminhos e um constante enriquecimento através de experiências, onde a multidisciplinaridade surge como impulso de novos métodos de trabalho e de exploração artística. Desenvolve um trabalho regular de formação e sensibilização em torno das relações entre dança, (d)eficiência e integração, trabalhando a criatividade, a cooperação e a comunicação, tendo em vista a incorporação de ideias sobre autonomia, diversidade, capacidade, limite e mudanças de paradigma. Com um repertório constituído por 13 espetáculos – apresentados em território nacional em mais de 3O cidades e, internacionalmente, em 12 países distintos, com a participação de uma centena de artistas com e sem deficiência – e com uma forte componente de formação (promoveu cerca de 45 workshops, com mais de 2.5OO participantes e promove projetos como o Geração SOMA, que trabalha com crianças com e sem Necessidades Educativas Especiais), o percurso da CiM, referenciado e já diversas vezes premiado, é longo e recompensador, de grandes conquistas, partilhadas com mais de 2O5.OOO espectadores.

 

DIA 5: JUL – 23

 

1O:3O

OFICINA | WORKSHOP DÁ QUE PENSAR: A ACESSIBILIDADE NO MUNDO DAS PROFISSÕES

SALA EXPERIMENTAL

3O€ [PREÇO ÚNICO] | 2 HORAS | M/18 | MEDIANTE INSCRIÇÃO ATÉ 15 JULHO

FORMADORA: Josélia Neves

 

14:3O – 18:OO

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO BARATA, JOÃO PEDRO RODRIGUES E ZÉ LUÍS REBEL

FOYER

ENTRADA LIVRE | M/O3

 

21:OO

CRUZAMENTOS [DANÇA.TEATRO] | DES-ACERTO

CIM – COMPANHIA DE DANÇA

AUDITÓRIO

1O€ [DESCONTOS APLICÁVEIS] | 6O MINUTOS | M/O6


©Fotografia INIA HERENČIĆ

CRUZAMENTOS
[DANÇA TEATRO PERFORMANCE MÚSICA CINEMA OFICINA]

2O22 | JUL 19 a 23

AUDITÓRIO | SALA EXPERIMENTAL | CAFÉ-TEATRO | SALA DE CINEMA | FOYER

A CLASSIFICAR PELA CCE

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