Por Terras do Zeca

POR TERRAS DO ZECA
de Tradisom Produções Culturais

MÚSICA

ABR 30

QUI - 22H00

AUDITÓRIO

12€ | DESCONTOS APLICÁVEIS

90 MINUTOS

M/6

Bilhetes disponíveis em:Bilheteira Online - Comprar Bilhetes

Este concerto pretende celebrar Zeca Afonso, como cantor, compositor e poeta.
Neste espetáculo irá ser apresentado um repertório rico e variado, que integrará algumas das suas composições mais conhecidas, como “Verdes são os campos”, “Que amor não me engana”, “Índios de Meia-Praia” e “Venham mais cinco”, todas elas revestidas de novos arranjos, mas também outras composições menos conhecidas do público, de que são exemplo “Papuça”, “Lá no Xepangara” e “Ali está o rio”, e ainda temas originais, baseados na sua figura, da autoria de compositores atuais. O espetáculo contará com interpretações em variados formatos.

João Afonso. Filho de uma irmã de Zeca Afonso, viveu em Moçambique até 1978, com os seus pais e irmãos. Estudou Agronomia no ISA, em Lisboa, onde foi colega de José Eduardo Agualusa. Colheu influências da música urbana africana e da música popular portuguesa, esta última pela influência de Zeca Afonso. A sua colaboração em Maio Maduro Maio (1994), em parceria com José Mário Branco e Amélia Muge, valeu-lhe a atribuição do Prémio José Afonso. Posteriormente, Missangas (1997), o seu primeiro álbum a solo, fez jus ao título de Melhor Voz Masculina Nacional, distinção do jornal Blitz. Seguiram-se Barco Voador (1999), Zanzibar (2002) e Outra Vida (2006), neste último já com a direção musical e arranjos de João Lucas. Com ele ao piano, estruturou Um Redondo Vocábulo (2009), apenas com canções de Zeca Afonso. A sua colaboração estendeu-se ainda a álbuns de Júlio Pereira, Luís Pastor, Uxía, Filipa Pais e a bandas como o Grupo Mestisay e Quinta do Bill. Em 2014 edita Sangue Bom , músicas de sua autoria e poemas de Mia Couto e de José Eduardo Agualusa.

Filipa Pais. Ainda muito jovem aparece a cantar no tema "Queda do Império" de Vitorino Salomé. Trabalha com os irmãos Salomé no projeto Lua Extravagante, que lançam em disco no ano de 1991. Em 1996 lança o seu primeiro disco a solo: L'Amar. Colabora com António Chaínho no tema "Fado da distância" e em "Fado da Adiça" incluído na compilação Onda Sonora: red Hot + Lisbon. Em 2002 participa na peça "Alma Grande" do grupo de teatro O Bando, estreada no dia 25 de Maio durante o Festival Cantigas de Maio. O seu segundo álbum, À Porta do Mundo , é editado em 2003. No ano seguinte grava o álbum Estrela com José Peixoto. Em 2005 é lançado o disco Cantos na Maré , gravado ao vivo em 16 de agosto de 2003 em Pontevedra, com Chico César (Brasil), Uxía (Galiza), Filipa Pais (Portugal), Manecas Costa (Guiné Bissau), Xabier Díaz (Galiza), Jon Luz (Cabo Verde), Astra Harris (Moçambique) e Batuko Tabanka (Galiza-Cabo Verde). Ainda em 2010 colabora com Vitorino Salomé e com Francisco Ribeiro em Desiderata A Junção do Bem. Com Janita Salomé, Rita Lobo e Yami grava os discos Muxima e Muxima ao vivo, de homenagem à obra do Duo Ouro Negro. Participa no espetáculo "Memorial", com Carlos Mendes e Fernando Tordo.

Maria Anadon. Grava o seu primeiro CD em 1995, intitulando-o de Why Jazz. Acompanhada pelo quarteto feminino norte-americano Unpredictable Nature, na contracapa responde “That’s Why !”. Este trabalho, gravado em inglês, foi contemplado pelo Ministério da Cultura com o manifesto de interesse cultural. Entretanto surge Cem Anos, o segundo CD, editado em Novembro de 1998 pela Movieplay Grove. Cem Anos é um trabalho lusitano, que recolhe influências várias: o Fado de Lisboa, o cheiro a café de África, os sons da América Latina ou o ambiente dos clubes de Jazz de Nova Orleãs. Também este trabalho foi merecedor da classificação de Manifesto de Interesse Cultural. Em 2000, a convite do pianista Arrigo Cappelletti, parte para uma série de concertos em Itália com um projeto inovador sobre o fado e o Jazz com textos dos nossos melhores poetas contemporâneos, Fernando Pessoa, Sofia de Melo Breyner, Mário de Sá Carneiro, Teresa Rita Lopes entre outros. Neste ano, em simultâneo, inicia a gravação de um novo trabalho com o grupo Terra d’Água, editado pela Forrest Hill Records (etiqueta italiana), tendo sido lançado no mercado em concertos em Portugal e na Holanda.

Direção Musical e Guitarra DAVIDE ZACCARIA
Cantores JOÃO AFONSO, FILIPA PAIS, MARIA ANADON
Guitarra Elétrica ARMINDO NEVES
Baixo LUÍS PINTO
Bateria IVO MARTINS
Teclados JOÃO CALIFÓRNIA
Produção TRADISOM PRODUÇÕES CULTURAIS