Duplo Surrealismo

DUPLO SURREALISMO
de São Vieira e Rosa Bernardo

EXPOSIÇÃO

13 MAR a 25 ABR

TER a SÁB – 14H30 às 18H00

FOYER

ENTRADA LIVRE

M/3

 

 


Em Lisboa, nasceram duas artistas plásticas, gémeas, em São Jorge de Arroios, em 1981. Desde os 4/5 anos desenvolveram o gosto pela arte até que descobriram o surrealismo. Muitas das suas obras artísticas, dentro desta corrente artística, estão representados nesta exposição.

Conceição (São) Vieira tem a sua formação em Artes e Ofícios na ESALV. Exposições coletivas na EB1 do Arrabalde, em Leiria (1991), distinção de desenho; Galeria 51, em Leiria (1997); IPJ, na Galeria "Nava Nova" (2000); Pintura Mural "Mariparque" em Vieira de Leiria (2000); "Reencontros" (2013), Castanheira de Pera, na Praça da Notoriedade; Participação na PAC - Ponto de Acesso à Cultura (2014), na Figueira da Foz; "Tornar o invisível visível", (2014), na Casa Brasil de Santarém; "Sentidos e Sensibilidades" na Casa do Tempo, Castanheira de Pera, (2014); Feira Artesanato, centro escolar, Fazendas Almeirim (2017); "Cores do Fogo", Casa do Tempo, Castanheira de Pera (2018). Exposições individuais: "A pintura não é cega" na Galeria da Biblioteca Municipal de Leiria, em 2013; "Cem pincéis", Galeria Municipal Almeirim (2015); "Natureza do mundo", Biblioteca Municipal Almeirim (2016); “Natureza”, Centro Cultural de Fazendas de Almeirim (2017); FIFCA, Cineteatro Almeirim (2018); "World animal tour", Biblioteca do Cadaval, Almeirim e CM Castanheira de Pera (2019); Lançamento do livro "O poeta é pintor", na Biblioteca Municipal de Leiria (2012); Diploma de participação Prémio Infante D. Luís às Artes - Pintura, Salvaterra de Magos (2018); Organização de "Vamos pintar Almeirim", Workshop de pintura e desenho, 1ª edição (2019); Certificação do artista (2019), Akoun.

Rosa Bernardo, natural de S. Jorge de Arroios, bem cedo deixou suas origens para viver no distrito Leiria, na freguesia dos Parceiros, na idade pré-escolar. Em 1987 iniciou sua educação escolar na cidade de Leiria, na escola do Arrabalde, para onde, posteriormente, foi residir com a sua família. Desde pequena fascinava-se pelos desenhos em vegetal, (figuras como o Tico e o Teco, o Pateta e o Mickey), que o seu pai, que era pasteleiro, usava para confecionar pastelaria variada; e usava-os muitas vezes para iniciar seus traços artísticos, que vieram a revelar-se bem cedo, na escola primária, tendo tido o privilégio de, pela primeira vez, expor seus trabalhos nesse espaço. Em 1997, quando terminou a escolaridade obrigatória, que até ali era o 9º ano, optou pelo curso tecnológico de Artes e Ofícios, na escola Afonso Lopes Vieira, em Gândara dos Olivais, onde completou o 12º ano. Embora aprendesse diferentes técnicas e usos de matérias de pintura, desde aguarela à pintura a óleo, a sua técnica fixou-se no uso de tintas plásticas, em especial o acrílico. Pintores como Salvador Dali e Picasso, influenciaram grandemente a sua pintura. Nesta época, realizou muitos trabalhos em telas como: “Liberdade”, “Sótão”, “Vida”, entre outros, que acabaram em coleções particulares. Também desenvolveu o gosto pela poesia no auge da sua adolescência, no entanto, não se tornou marcante no seu trabalho artístico. Em 2000, expôs no IPJ de Leiria e na galeria “Nava Nova” e realizou uma pintura de mural no aquaparque “Mari-parque” de Vieira de Leiria. Em 2002, produz a tela “A Fera”. Desenvolveu outros trabalhos em tela, tais como: “Malmequeres”, “Criação”, “Tapete”, ”Nodi”, “Espaço”, ”Guitarra”, “Contraste”, “House”, “Pôr-do-sol”, “puzzle”. Em 2014, participou numa exposição coletiva de artistas, em Castanheira de Pera, intitulada "Sentidos e Sensibilidades", juntamente com Maria Almeida, São Vieira e Luís Caçador. Em 2018, participou numa exposição coletiva especial na Casa do Tempo, intitulada "As cores para o fogo", onde integrou as telas "Memórias" e "Negro".